Apresentação:
Somos um grupo de Assistentes Sociais de
Norte a Sul e Ilhas, empenhados na PROMOÇÃO, VALORIZAÇÃO e QUALIFICAÇÃO
do movimento associativo de classe que reforce a coesão profissional e
ganhe na sociedade portuguesa um espaço de debate público.
Queremos ser um grupo que associa, constrói e
afirma princípios e valores identitários do Assistente Social como profissão e
área de conhecimento científico.
Regemo-nos por uma filosofia de Direitos Humanos,
Dignidade Humana, Autodeterminação e Cidadania.
Procuramos mobilizar todos os Assistentes Sociais
Portugueses a participarem na dignificação da sua identidade Social, Cultural,
Politica, Económica e Associativa, intervindo junto dos poderes públicos, das
entidades privadas e de solidariedade social na sociedade por forma a melhorar
a Autoestima de uma profissão esquecida na sociedade global que enfrenta a
maior crise humanitária do seculo XXI.
Queremos
participar, dialogar, estabelecer vínculos de relação de classe e parcerias
colaborativas num projeto coletivo no contexto nacional, europeu e
internacional.
Pretendemos ser um movimento associativo
preocupado com questões de:
- Identidade e coesão profissional;
- Promoção e defesa das condições de trabalho no
respeito pelos princípios e valores da profissão;
- Regulação da profissão e a sua atualização no
código das profissões;
- Compromisso com a integração no mercado de
trabalho;
- Atualização e desenvolvimento de competências
profissionais;
- Debate público sobre os Direitos Humanos, o
Estado Social e as Respostas Sociais;
- Requalificação e inovação de campos de atuação
profissional;
- Valorização de uma prática profissional
informada no conhecimento (formação) e investigação;
- Diálogo com os parceiros sociais: públicos,
privados, sociedade civil (3º setor);
- Internacionalização, criando condições à
participação do Serviço Social Português na Europa e no Mundo.
Assim, convidamos TODAS e TODOS a
integrar este movimento, convictos de que a Afirmação e Determinação da nossa
profissão – ASSISTENTE SOCIAL – pode mudar o rumo da proteção social em
Portugal.